Como Superar a Insegurança: um caso de autossabotagem

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Este é um caso de uma mulher sofria de insegurança. Ela tinha muita dificuldade em falar não, vivia se autossabotando e fazendo escolhas erradas.

Paulista, com seus 33 anos, cheia de objetivos não realizados, vivendo uma vida frustrada e sonhando em construir uma família.

Carol* já havia feito várias terapias e não conseguia superar a insegurança. Ela me procurou disse que gostaria de passar pela Regressão pois sabia que seria sua última esperança.

Vários relacionamentos “errados”, uma insegurança em quase tudo que ia fazer, a autossabotagem era algo constante e convivia com pensamentos negativos de incapacidade.

– “Dayane, eu já não sei mais o que faço para mudar, tudo que tento não dá certo e fico ainda pior. Isso está me gerando ansiedade e só quero ficar em casa”.

Vamos direto ao ponto:

Analisei que o caso dela poderia ser usado a Regressão de Memória para começarmos investigar melhor o passado e como sua mente compreendeu alguns eventos.

Como ela tinha uma grande expectativa para este momento então gastamos somente alguns minutos para que ela alcançasse o estado de hipnose necessário.

Nas primeiras cenas ela se via em algum lugar escuro, não parecia reconhecer o local até que ouvi uma voz familiar, era seu pai conversando com alguém.

– O que você sente quando ouve a voz do seu pai? Pergunto.

– “Não entendo, parece que ele não brinca muito comigo…”

Outra cena aparece. Ela se vê brincando na porta de casa com outras meninas, questionei a idade e o primeiro número que veio foi 4. Carol* relata que se vê triste olhando para as outras meninas, “eu me sinto muito diferente delas, inferior”, comenta.

Ela ainda não sabia os motivos daquela garotinha (Carol com 4 anos) sentir-se inferior às outras garotas. Ainda durante a regressão, ela aceita minha sugestão de quando eu disser 3 ela irá retornar ao primeiro momento que ela se sentiu triste pelo mesmo motivo. 1…2…3!

Ela começa a chorar e vê seus pais brigando e ele dizendo: “eu não queria ter outro filho, o que vamos fazer com ela agora, essa menina não para de chorar e está me deixando louco!”

Carol só tinha 3 aninhos e sua mente acolheu essa frase do pai juntamente com o sentimento de rejeição pelo fato dele a tratar diferente.

Vocês já podem imaginar como uma crença limitante pode ter começado aqui, mas estas não foram as únicas cenas que apareceram.

Continuamos o processo e em outras cenas Carol se via passando por bullying, via o pai várias vezes agindo diferente com o irmão, levando-o para sair e ela ficando em casa. Uma cena que a fez chorar, foi quando Carol escreveu a primeira cartinha para sua mãe e ela disse “ficou linda Carol, mas você escreveu errado essa palavra” e soltou uma gargalhada. Para Carol aquilo soou como uma crítica e um grande erro.

Última cena forte. Ela regrediu até uma cena na escola (+ ou – 12 anos) onde os colegas zombavam dela porque estava “apaixonada” pelo menino mais bonito da sua sala. Carol relata que eles diziam frases tais como “você é feia, acha que ele vai querer namorar com você”, “nem seu irmão fica do seu lado no recreio”, “você só sabe chorar”…

Pensem comigo: não é nada fácil passar por estas situações quando somos crianças. Carol já carregava uma série de crenças sobre o que acontecia em sua vida, ela não tinha maturidade o suficiente para conseguir olhar de outra forma.

Para aquela garotinha ela cresceu com o sentimento de rejeição, menosprezo, incapacidade, entre outros… 

Agora me diga, acha mesmo que isso não influenciou na mulher que ela se tornou? 

Conseguem perceber os medos ocultos que haviam, as inseguranças e tantos motivos que ela tinha para se sabotar?

Finalizamos o processo regredindo em cada uma dessa cenas, acolhendo a dor, reconhecendo os significados, superando e RESSIGNIFICANDO.

Agora Carol se liberta das próprias limitações e propõe para si uma nova forma de perceber as coisas que te ocorreram.

Quando ele abre os olhos, aparece um sorriso leve e um suspiro de alívio. Quando fez 20 dias que atendi a Carol enviei uma mensagem perguntando como ela estava se sentindo. Brevemente ela me responde:

– “Me sinto diferente, hoje sei que superei a insegurança, já consegui falar alguns ‘nãos’ e resolvi várias coisas que estavam pendente em minha vida. Me sinto leve Dayane, obrigada”.

Fiquem certos, é muito emocionante fazer parte destes processos, me sinto grata e aprendo com cada caso!

Essas histórias são reais e o objetivo é te mostrar que, seja qual for o trauma que aconteceu, a dor, a tristeza profunda ou as mágoas: há uma saída dentro de nós. 

Algo que nos leva a um estado de superação, maturidade, alívio e recomeço!

Regressão auxilia na busca de respostas do que possa ter gerado essa dor na relação sexual, além de proporcionar uma experiência incrível de cura e autoconhecimento.

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*Carol é um nome fictício para resguardar a identidade da paciente. Caso Real Autorizado

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No vídeo abaixo eu conto outro caso de Insegurança e Ansiedade, porém no caso dessa paciente, o que se manifestava por trás das crises tinha relação com a necessidade que ela sentia desde a infância, de CHAMAR ATENÇÃO de sua mãe… Assista e compreenda:

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