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O famoso “Dedo Podre”, você já deve ter ouvido esta expressão quando se trata de alguém que faz “escolhas” sempre erradas. E o caso de hoje é de uma mulher que me procurou dizendo, que já estava cansada de ter o dedo podre para escolher seus relacionamentos. 

Marta*, 39 anos, autônoma, mãe de uma criança linda, realizou o tratamento através de sessões online:

– “Dayane, eu não sei mais o que faço da minha vida, já no meu primeiro namoro eu escolhi um garoto errado e até hoje continuo me envolvendo com homens que não prestam. Não sei mais o que fazer da minha vida, eu não cuido mais de mim, minha autoestima está um fracasso, não quero fazer 40 anos vivendo assim.” 

Você deve conhecer alguma amiga (o) que já passou por isso. Normalmente as histórias são bem parecidas. Começa bem na relação, depois fica pior, parece não ter saída, você quer sair disso mas não consegue, até que um dia você consegue dizer não e parte para outro relacionamento que parece ser pior que o anterior…

Muitas mulheres e homens não conseguem perceber o que leva a repetir um ciclo, a fazer algo que conscientemente não gostariam. Neste caso da Marta ela me dizia que sabia que aqueles homens a faziam se sentir um lixo e mesmo assim permanecia com eles. Relata inclusive que nunca havia se sentido feliz ao lado de alguém. 

Durante a análise do problema, perguntei a ela quais lembranças ela tinha da infância quando busca lembrar de como era o relacionamento de seus pais. Ela comenta que eles brigavam muito, mas que não tinham coragem de separar. Perguntei também se ela acreditava que o relacionamento dos pais havia influenciado na forma como ela agia. Marta responde que não, mas houve algumas micro expressões que manifestam um certo incômodo com minha pergunta e isso me chama atenção. Lembrando que neste primeiro momento da conversa, Marta não estava em transe (estado de relaxamento e engajamento).

Quando partimos para uma técnica de autoconhecimento, que chamo Conexão entre as Partes, Marta se surpreendeu com os insights que teve. Vou resumir a técnica para entenderem rapidinho como funciona:

Após alcançar um estado de transe mais profundo, vamos trabalhar algumas visualizações e permitir que o subconsciente traga vestígios para conseguirmos entender o porquê de algumas escolhas e comportamentos. Neste momento, não buscamos ter razão, não ficamos analisando o que está acontecendo, simplesmente deixamos nossa mente leve, e o que tiver que vir, virá. Eu particularmente acho o estado de transe um estado maravilhoso de entrega.

(agora você presta atenção nas cenas que irão aparecer durante o transe…)

Marta traz uma cena em que ela vê a mãe chorando e dizendo que não aguentava mais o pai dela, que estava morrendo por dentro porque não tinha condições de largar dele. 

Outra cena que aparece é de Marta no seu aniversário fazendo um pedido (ela pedia que sua família fosse feliz). Pergunto a ela como aquela criança se sente e ela me relata que a Martinha era triste, medrosa e achava que se o pai fosse embora as coisas se resolveriam. Depois, outra cena se deu um pouco mais velha, quando menstruou pela primeira vez, sua mãe trouxe um “grande conselho”: 

-“Olha filha, agora você é uma mulher e espero que você não seja igual a mamãe”. 

Após reviver essa cena, a Marta de hoje me diz que ficou com medo e muito assustada de ter uma vida infeliz igual a da mãe. 

Agora você já começa a ter uma ideia do quanto estes momentos podem ter sido base para uma construção daquela criança em termos de relações, mas conscientemente Marta não lembrava destes fatos e do significado que tiveram para si. 

Os pais nunca se separaram, anos depois as brigas entre eles diminuíram mas as velhas reclamações da mãe se repetiam. 

Quando perguntei a Marta o que ela entendia de tudo isso, ela diz que faz sentido e que o próprio medo de ser igual a mãe influenciava suas escolhas. 

Quinze dias depois, ao ligarmos as câmeras, Marta estava com cabelo arrumado, batom e um sorriso leve. Antes mesmo de perguntar como ela estava, Marta vem relatando que pensou muito no que ocorreu durante a sessão e que estava leve, 

– “Dayane é como se aquele nó na garganta tivesse sido solto. Voltei a cuidar de mim, estou mais tranquila e o mais impressionante é que não estou culpando mais meu marido e tenho feito coisas que há anos não fazia”. Ela solta uma gargalhada e completa a frase dizendo” parece bobo o que aconteceu eu contei para minha amiga e ela parece que não acreditou”.

Agora os planos de Marta não é mais sobre seu dedo podre e sim cuidar de si… 

(*) Marta é um nome fictício para resguardar a identidade da paciente.

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