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O sofrimento não entra em quarentena, pelo contrário! Ele continua circulando, da cozinha para o quarto, do quarto para o banheiro, do banheiro para o sofá…

Como fazer com esse sentimento que nos faz companhia o dia todo? Como lidar com ele e até mesmo conseguir transformá-lo em energia para a vida, para o bem-estar e para ter boas experiências mesmo em momento de isolamento?

Neste artigo, pretendo caminhar com você em uma conversa sua com seu próprio sofrimento. No final desse caminho você poderá escolher como irá continuar sua caminhada.

Vamos comigo?

Por quê Sofremos?

Durante nossa vida nos deparamos com uma série de momentos difíceis, desafiadores e frustrantes que causam sofrimento e muitas vezes muda a forma que vemos a vida, as coisas perdem o brilho e a cor. Muitos dos meus pacientes me perguntam: mas porquê eu sofro? E essa é uma pergunta que, durante a hipnoterapia e a regressão, encontramos memórias, traumas e vivências ruins que aparecem como vestígio da causa do sofrimento, e assim, podemos tratá-lo.

Jung, pai da psicologia analítica, propõe o seguinte questionamento: para quê sofremos? Para a psicologia analítica, o sofrimento é um sintoma da alma. Nós não sofremos não só com fatores físicos, orgânicos. Sofremos principalmente com fatores emocionais.

No outro artigo que escrevi “Como seu Ego Influencia em seu Comportamento” , discutimos um pouco sobre o Ego, e lá eu explico como o ego se forma e como sofremos de Ego. Pois o Ego se estrutura a partir das relações que temos com as pessoas, com a cultura, com as leis.

Nosso Ego é a forma com que aprendemos a responder ao mundo. E nem sempre aprendemos da melhor maneira não é? Geralmente nós aprendemos quando passamos por frustrações, perdas, medos, cobranças... e assim, aprendemos a estruturar nosso ego a reagir à essas coisas.

Por exemplo, uma criança que está com fome e quer leite, ela chora, se a mãe logo vem ela sabe que chorar é uma forma de ganhar algo para se satisfazer. Mas e se essa criança não ganha o leite? Ela sofre, chora, grita, esperneia e pode até se sentir abandonada por não receber o alívio de saciar sua fome.

A forma que reagimos ao sofrimento é aprendida desde criança e cada um aprende e constrói seu ego para conseguir lidar com o mundo.

Sofrer faz parte da vida…

Temos milhares de motivos para sofrer, pois não temos tudo o que queremos e passamos por muitas perdas o tempo todo. O sofrimento é natural, é humano! E perceber isso pode mudar a sua forma de ver a vida.

Existem pessoas que sofrem mais, que vivem mais desigualdades e encontram pela vida muito mais infortúnios do que outras. Eu costumo a pensar no sofrimento como um combustível. Ele é lenha que queima! Ele dói e realmente nos queima por dentro. Mas é com a lenha que podemos gerar energia para se movimentar e fazer algo para sair do sofrimento, transformando-o em algo produtivo. Se sofrer faz parte da vida, por que não usá-lo para produzir vida?

“Eu não quero viver sofrendo”

Se a vida sempre nos trará motivos para sofrer, e se conseguirmos usar o sofrimento para transformar a vida, então a mentalidade que pode-se adotar é: se estou sofrendo, se está ruim, se estou sentindo isso, o que posso fazer com isso?

Buscar respostas, conhecer novas soluções, se conhecer melhor, ler um livro, conversar com alguém, organizar as coisas, mexer com algum trabalho manual, dar forma aos pensamentos escrevendo, desenhando, pintando, dançando, assistindo filmes, escutando alguém falar, ou até mesmo: falando sobre seu sofrimento, podem ser saídas possíveis para transformá-lo em vida, e continuar…

Uma coisa é certa: todos nós sofremos! Começar a entender como a sua mente funciona, porquê sofremos, como controlar os sentimentos e emoções pode ser um primeiro passo para uma vida mais feliz e mais leve!

Por isso eu desenvolvi o TREINAMENTO ONLINE “Domínios da Mente” que irá transformar a maneira que você enxerga a sua vida!

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Caso de Regressão para Tratar Dores Sexuais

Caso de Regressão para Tratar Dores Sexuais

Ela já não mantinha relações sexuais devido às dores que sempre sentia durante o ato, além de não sentir prazer se cobrava por isso e recebia cobranças de seu parceiro também.

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